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Autor: Gilberto Cunha

Gilberto Cunha



Dave Gibbons (Watchmen): dentro da própria imaginação

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A maioria dos filmes e seriados mais antigos sobre super-heróis sempre teve um grande problema: os produtores e diretores usavam apenas a essência do personagem principal e refaziam o roteiro com uma visão pessoal e, é claro, dentro das limitações técnicas da época. O resultado final eram histórias completamente diferentes do que os fãs liam nos quadrinhos.

Na melhor das hipóteses só não mexiam nos uniformes dos heróis. Até no bom seriado Hulk, nos anos 70, os produtores mudaram o nome do personagem principal de "Bruce" para "David" Banner. Segundo Stan Lee, co-criador do Hulk dos quadrinhos, a justificativa foi que Bruce Banner soava um pouco afeminado.

Foi impressionante a mudança. Hoje existem pouquíssimas adaptações, algumas apenas para trazer as histórias para um contexto mais atual (no Homem de Ferro, por exemplo, o começo da história se passa no Afeganistão, originalmente era no Vietnã).

Não se trata apenas de respeitar o roteiro, mas respeitar inclusive o tratamento gráfico, como nos casos das obras de Frank Miller (Sin City e 300).

Porém, nada havia sido feito com tanto capricho como a versão cinematográfica de Watchmen (lançamento: junho de 2009), roteiro de Alan Moore e desenhos de Dave Gibbons. A história já era famosa no mundo dos quadrinhos pelo nível de detalhes. Alguns leitores leram mais de dez vezes e ainda se surpreenderam com os segredos escondidos em um quadrinho ou em uma frase, que passaram despercebidos antes.

Eles simplesmente recriaram tudo exatamente como nos quadrinhos, cada detalhe. Dave Gibbons, numa entrevista, chegou a comentar: "É como se eu tivesse entrado na minha própria imaginação", olhando o cenário do apartamento de um dos personagens da história. Veja os comentários na íntegra no link anexo.

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Keith Woodcock: história em arte

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Foto É comum a gente ver quadros e ilustrações bem realistas que retratam as batalhas, o estilo de vida e o dia-a-dia de períodos como os século XVIII e XIX.Poucos, porém, retratam com tanta riqueza de detalhes, imagens mais modernos como a Guerra da Coréia e do Vietnam ou uma corrida de carro nos anos 50. Um dos melhores, senão o melhor, é o inglês Keith Woodcock. É sensacional o estilo de suas obras (parecem fotos) que mostram a rotina dos aviadores e mecânicos na Inglaterra durante a Segunda Guerra, ou disputas nas pistas molhadas das primeiras corridas de automóvel. Pra quem gosta desta época vale a pena dar uma olhada no site e ver os posters. Foto
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Há exatos 18 anos o mundo ficava menos criativo

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No dia 16 de maio de 1990, ficamos sem a genialidade de Jim Henson, criador de programas como o Muppet Show e Sesame Street (que virou uma franquia e aqui no Brasil era Vila Sésamo). Para aqueles que cresceram nos anos 70 e 80 é difícil não lembrar de personagens como o Garibaldo, Caco Sapo, Senhorita Pig, Animal, Ênio e Beto.
Além disso, Henson e seu parceiro Frank Oz ajudaram a criar e dar vida ao imortal Yoda, de Star Wars. A gente fica pensando e lamentando quanta coisa boa não teria rolado se Jim Henson não tivesse partido tão cedo, aos 53 anos. Só nos resta procurar no Youtube aqueles trechos do Muppet Show e dar boas risadas. Eu gostava bastante do baterista Animal, mas o melhor era o Cozinheiro Sueco (Sweedish Chef). Vale a pena relembrar.
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Next Level da Nike

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Pra quem gosta de futebol, este comercial da Nike, que tem a direção de Guy Ritchie, leva você pra dentro do gramado, mais precisamente pelo time do Arsenal, da Inglaterra. Impressionam os lances e as divididas sob ponto de vista que só quem está dentro do campo poderia ter. Além disso participam das jogadas craques como Cristiano Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, entre outros.

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Carro voador

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Estes vídeos bem interessantes mostram a qualidade e o realismo destes blimps por controle remoto de carros em tamanho real. Eles vêm aparecendo já há algum tempo em feiras e exposições internacionais. A semelhança com os modelos reais impressiona.
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Pontinha da Petrobras no filme Speed Racer

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Através de um contrato com a Warner, a Petrobras negociou por U$ 1 milhão o merchandising no longa metragem Speed Racer (série de animação do anos 60). A empresa brasileira, que tem carro e equipe própria com foco em biocombustíveis: a Petrobras Bioenergy, deve aparecer apenas nas cópias do filme nos mercados onde tem negócios. Existe também, nos cinemas, um poster onde aparece o carro da empresa de um jeito meio discreto. Algumas pessoas que já viram o filme não lembram de ter visto o carro da equipe, mas vale a pena ficar atento.
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The Spirit never dies

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O principal personagem do genial quadrinhista Will Eisner - falecido recentemente - vai ganhar uma encarnação no cinema. E o que é melhor: pelas mãos do igualmente célebre Frank Miller, autor de 300 e Sin City, entre outras obras seminais dos quadrinhos. Com estréia programada para janeiro de 2009, o filme The Spirit terá roteiro e direção de Miller. Confira o site clicando aqui.
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