Autor: Renata Oliveira
Super Bowl é o evento esportivo mais caro e esperado do EUA. No que se refere a publicidade, seus intervalos são os mais valorizados da TV americana. Um comercial de 30'' pode custar mais de 3 milhões de dólares. Sendo assim, os anunciantes investem muito em suas produções, tornando-as uma atração à parte.Clicando aqui ou aqui você confere todos os comerciais que rolaram no Super Bowl 2010.
Diante de uma escada rolante e a outra convencional, qual você optaria para chegar ao seu destino? E entre colocar o lixo na lixeira ao invés de jogá-lo no chão?
Veja o que rolou em Estocolmo, na Suécia, numa iniciativa batizada de “Teoria do Divertimento”.
Por trás disso tudo está a montadora Volkswagen, com uma ação de marketing que busca foco no bem estar e educação das pessoas.
Uma coletânea de anúncios e comerciais criados pela Apple desde os anos 70 para a divulgação de seus produtos.
Clique aqui e veja.
Alunos de quatro anos de idade da pré-escola de Stanford, na Califórnia foram levados a uma sala, um por um, onde havia uma mesa, sobre a qual foi colocado um marshmallow diante de cada criança.
Cerca de 14 anos depois da aplicação do teste, quando eles estavam concluindo o segundo grau, foi feita uma comparação entre as crianças que tinham comido logo o marshmallow e as que tinham esperado para receber dois. Constatou-se que nas que haviam agarrado logo o marshmallow tinha, em relação às que haviam esperado, um probabilidade maior de desmoronar sob pressão, tendiam com maior frequência a ficar irritadas e a puxar briga e tinham menor capacidade de resistir a tentações na busca de seus objetivos.
Veja como foi a reação deles no vídeo abaixo.
Antigamente, a internet era apenas um suporte para as campanhas que investiam a maior parte de seus orçamentos nos elementos off-line. Hoje em dia, as ações "high profile" têm a web como ponto central.
Um exemplo é a campanha "Whopper virgins", da rede Burger King. A ação criada pela Crispin Portter + Bogusky teve como peça central um vídeo desenvolvido especificamente para a internet, que foi desmembrado em vários componentes para serem usados nas mídias tradicionais. E a divulgação da campanha se apoiou muito mais em blogs e distribuição viral que nos canais convencionais.
Esse tipo de ação exemplifica a pressão sobre o modelo antigo de publicidade online. Os velhos banners comercializados automaticamente por redes de anúncios e microsites em Flash perderam totalmente o apelo - o conteúdo deve ser atraente para motivar um consumidor cada vez mais cauteloso.
Talvez a grande mudança nessa área seja a troca de algoritmos por pessoas. Até o Google está abrindo espaço para que os próprios usuários informem suas preferências. Novas ferramentas - como o Twitter - mostram claramente que as pessoas querem se conectar com outras pessoas, e não com máquinas.