Tel-Aviv, uma das mais belicosa metrópoles do mundo, está completando 100 anos. E a despeito de toda a guerra envolvendo a cidade, a Companhia Aérea Israelense (El Al) e o Ministério de Turismo de Israel querem impulsionar o turismo na região. Eles aproveitaram a chegada do verão no hemisfério norte e despejaram 30 toneladas de areia e um sem-número de cadeiras de praia e guarda-sóis no Central Park de Nova Iorque criando uma praia artificial ao estilo judeu. Para dar mais veracidade à orla de mentira, é possível praticar esportes praianos típicos da região de Tel-Aviv e assistir a shows de bandas israelenses, além de participar de algumas atrações-surpresa. Uma questão me intriga: será que um homem-bomba poderia ser considerado atração-surpresa?
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Tel-Aviv, uma das mais belicosa metrópoles do mundo, está completando 100 anos. E a despeito de toda a guerra envolvendo a cidade, a Companhia Aérea Israelense (El Al) e o Ministério de Turismo de Israel querem impulsionar o turismo na região. Eles aproveitaram a chegada do verão no hemisfério norte e despejaram 30 toneladas de areia e um sem-número de cadeiras de praia e guarda-sóis no Central Park de Nova Iorque criando uma praia artificial ao estilo judeu. Para dar mais veracidade à orla de mentira, é possível praticar esportes praianos típicos da região de Tel-Aviv e assistir a shows de bandas israelenses, além de participar de algumas atrações-surpresa. Uma questão me intriga: será que um homem-bomba poderia ser considerado atração-surpresa?
Imagine que você está em uma estação de metrô e de repente todos à sua volta começam a dançar em sincronia, como em um musical de Hollyood. Pois isso aconteceu de verdade na Liverpool Street Station, em uma ação da T-Mobile, em que dezenas de dançarinos, vestidos como pessoas comuns, começaram a dançar no meio da estação. Foi uma situação tão surpreendente e alegre que até os passageiros entraram na dança. Um verdadeiro viral ao vivo, que tem tudo a ver com o conceito da marca: life´s for sharing - a vida é pra ser compartilhada.
A ação "Eu odeio jingle ruim", que a Propague criou para a TumDum Áudio, foi premiada com o Troféu Destaque do Júri no IV Prêmio Catarinense de Propaganda. Esse destaque foi uma iniciativa dos próprios jurados por terem considerado que esta peça se diferenciava das demais. Além deste troféu, Jingle Ruim também levou ouro na categoria Promocional. A idéia da ação consistia num carro de tele-recados tocando um jingle assumidamente ruim na porta das agências, pra mostrar que um jingle ruim faz você passar vergonha. Se bem que, no nosso caso, foi motivo de orgulho. Confira no vídeo abaixo o resultado da ação.
É o que estão chamando lá fora para marketing de alto impacto ou de emboscada. Uma ação quase dramática, que pega o público de surpresa e o deixa boquiaberto tentando entender se aquilo é real.
Foi assim que a K-Swiss, marca de sapatos criados especialmente para a prática de tênis, quis chamar atenção durante o Roland Garros. A ação de Ambush Marketing contou com uma gigante bola de tênis (1,50 m de diâmetro) em cima de um carro esmagado, e em frente foi aplicado um painel com imagem de tenista atacando.
É incrível como as pessoas param e ficam olhando o "cenário" por horas, um chama o outro, todo mundo comenta, quer chegar perto. Realmente foi completa a ação wahoo de efeito surpresa.
Para aumentar a expectativa e promover o lançamento do próximo álbum da banda Oasis (Dig Out Your Soul), eles contrataram 30 músicos de rua para tocar em praças, esquinas e estações de metrô algumas das músicas inéditas que estarão presentes neste novo disco. Os próprios membros do Oasis ensinaram as músicas para os artistas. Ao lado de cada músico, um cartaz dizia "Você é o primeiro a ouvir esta nova música do Oasis", informando também o título do álbum e a data do lançamento, dia 7 de outubro. O vídeo abaixo é uma matéria do NYPost.com que conta esta história e mostra o making of.
A essa altura todo mundo já sabe que a Unilever está lançando sua campanha mundial para Rexona, toda ambientada no futuro. Baseada na visão de comunicação 360º, conta com várias ações de guerrilha, como projeção de lasers nos prédios de São Paulo, e o vôo de um homem usando jetpack em plena Av. Paulista. Mas é na internet que essa atenção aos detalhes se mostra mais forte. Além do site da campanha, foi criado um site de uma empresa fictícia especialista em casting de robôs. Nessa página vemos os vários testes para o papel do robô que estrela os comerciais. Mas o interessante é que em nenhum momento se cita ou mostra a marca Rexona. Mesmo assim esses vídeos fazem parte do universo da campanha, uma espécie de extra ou easteregg para os comerciais de TV. E uma maneira interessante de criar conteúdo e até branding, mesmo que a marca não apareça. Confira abaixo os "testes". É uma pena que em Florianópolis a criatividade não tenha espaço para se exibir assim. Na verdade, quando a publicidade utiliza mobiliários urbanos de maneira ousada e criativa, também ajuda a modernizar e a entreter a rotina da cidade. É lastimável lidar com os mesmos meios de comunicação de anos atrás. Mas no exterior o povo deita e rola com novas possibilidades de mídia, como a marca de pipoca Orville Redenbacher's, a grife de roupas Nautica e a loja de conveniências Ampm. No caso da Orville, a campanha deu uma nova cara aos mobiliários em alguns pontos estratégicos de Chicago (EUA), com o objetivo de mostrar, por comparação, que as pipocas da marca são mais leves e rendem mais do que as da concorrente. A Nautica resolveu dar vida ao mobiliário urbano colocando uma jaqueta em exposição. E antes de alguém falar que se fosse no Brasil não daria certo, veja o caso da Ampm. A idéia usada para a marca que atua como franquia era distribuir os produtos ao longo de quatro semanas, com a marca e o slogan 'Too much good stuff' aparecendo gradativamente, para causar expectativa nas pessoas. O mobiliário não durou dois dias, vandalismo existe em toda parte do mundo.
Markus Kisson, estudante de Digital Media na Universidade de Artes em Berlim, conseguiu abusar de interação numa experiência sensorial altamente chocante, transbordando feeling e esnobando toda uma gama de parafernália tecnológica existente na atualidade.
O dito cujo criou uma instalação chamada Touched Echo, que tem como objetivo recordar os visitantes de Dresden na Alemanha sobre um terrível ataque aéreo que aconteceu no dia 13 de fevereiro de 1945, na região de Brühl's Terrace. As pessoas devem inclinar-se apoiando-se na grade da varanda, ao mesmo tempo em que tampam os ouvidos - imitando a posição daqueles que estavam na data fatídica. O som transmite-se metal até o corpo, levando o barulho assustador de metralhadores e aviões pelos membros até a cabeça.
Vale dar uma olhada nas loucuras que Markus anda aprontando por aí.