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Com a máxima chegando por aqui, fatalmente a tradução cairá no nosso brasileiríssimo "é dando que se recebe". As grandes marcas mundiais já acordaram para essa tendência prevista por Faith Popcorn e outros papas de Trends in Consumer Behavior.Não basta mais ter o melhor produto no lugar certo por um preço adequado: é preciso – mais do que nunca – conquistar o consumidor. A novidade é que, com tantos pretendentes, ele está ficando cada vez mais "mal acostumado". A batalha pelo coração do público já ultrapassou as barreiras do ponto de venda e do momento de compra, da mídia massiva e até mesmo dos assuntos diretamente relacionados ao produto em questão. Agora a guerra é encampada no estilo de vida do público, e quem oferece benefícios onde ele não espera, acaba ganhando sua simpatia.
Um exemplo recente e muito bem empregado é a ação "Axe Wake-up Service Inc", no Japão. Como o nome sugere, é um serviço de despertador via celular em que o usuário cadastrado é acordado por lindas moçoilas no horário desejado. Ao acordá-lo, a beldade se apresenta, lhe dá bom-dia e termina a ligação com "Não esqueça de passar seu Axe hoje".
Benefícios simpáticos e significantes ao estilo de vida do público. Se não for o mais rápido, com certeza é o melhor caminho para o coração do consumidor.
Essa notícia vem diretamente do Advertising Age: acaba de ser testado com sucesso estrondoso na Alemanha o primeiro comercial de cinema com cheiro. Nesta ação, um filme de 1 minuto mostra banhistas na praia, num belo momento ensolarado. Lá pelas tantas a essência de Nívea Sun é liberada na sala. No final, entra a assinatura: Nivea Sun. A essência do verão.Para avaliar o resultado desta idéia eles fizeram um teste mostrando o mesmo comercial em outras salas de cinema, sem o recurso do cheiro. E perceberam que a "turma do cheiro" teve um recall 515% maior.
Segundo a Cinescent, empresa responsável pela nova tecnologia, é possível reproduzir nas salas de cinema o cheiro de qualquer coisa.
A idéia já está migrando para o Reino Unido, onde o fabricante de um carro conversível quer fazer um comercial reproduzindo o cheiro do campo e da grama recém-cortada. As possibilidades são infinitas.
Esta técnica, batizada de "endorphin branding", tem tudo para transformar não apenas a publicidade nos cinemas, mas o próprio cinema.
Eu até reproduziria o filme aqui, mas sem o cheiro do produto não teria graça.
Muito legal o trabalho do fotógrafo Troy Paiva que vem fotografando lugares abandonados desde 1989 para o seu projeto Lost America. Ele usa a técnica de lightpainting com flashes e lanternas coloridas dando uma visão diferente sobre coisas que já estão no nosso imaginário, como ele mesmo descreve. Vale a pena dar uma conferida no flickr e no site.
Assim como as idéias mirabolantes do Peixoto, sua exposição, Peixodelic, não pára. O próximo destino dos desenhos é o tradicional Armazém Vieira, bar que assim como as obras que serão expostas, tem um pé na ilha e outro voando por aí, ao redor do mundo. A abertura da exposição é no dia 26 de junho, quinta-feira, às 20h. Para abrilhantar mais ainda esta noite, a banda dos filhos do Peixoto, Os Berbigão, voltam a sua formação e repertório originais para animar a casa e colocar fogo na pista, a partir das 22h.
Mudanças, negócios, viagens, um dia aqui, amanhã lá. Esta é a idéia que fez com que os designers alemães Marcel Krings e Sebastian Muhlhauser criassem a solução mais prática para os tempos de mobilidade. Casulo é o nome do mobiliário completo que, projetado em uma caixa, vira uma cama, um colchão, uma estante com 6 prateleiras, uma mesa, dois banquinhos, um banco ajustável e um armário. Tudo isso ocupa aproximadamente 80 x 120cm na caixa fechada, necessitando apenas de duas pessoas para transportar e deixar tudo prontinho em 10 minutos. O interessante é que o negócio parece mesmo bastante robusto e resistente.
Mochileiros de plantão, seus problemas acabaram!
Mais informações sobre o Casulo, aqui.
Muito legal o que este site faz. É um buscador de imagens e tags do Flickr que refina sua pesquisa o máximo possível, formando um grande mosaico de fotos. Vale a pena salvar nos seus bookmarks!! Útil e divertido.
Aqui está uma prova de que a tecnologia dos celulares chegou a diversos nichos, através de inimagináveis utilizações.Para aqueles que gostam de intervenções urbanas, Banksy é referência. Um dos mais ousados artistas de rua do mundo que tem em seu portfolio dezenas de ações inesquecíveis, ícones de uma cultura crescente nas metrópoles modernas. Instalações que brincam com o mobiliário urbano, chocam as pessoas e sempre transmitem uma mensagem questionadora sobre a arte, o modo como vivemos nas cidades e a forma como encaramos a vida.
Agora, como se já não
bastassem as projeções que acontecem nas grandes cidades onde
grafiteiros usam lasers e luzes para pixar virtualmente os prédios,
Banksy está se aproveitando de uma velha-nova (velha lá fora, ainda
pouco utilizada por aqui) ferramenta dos celulares: os leitores de QR
Codes - códigos bidimensionais que auxiliam no armazenamento de
informações (endereços, urls, números) em aparelhos móveis. Nas suas
mais recentes obras, o artista aproveita para pintar os codes, que
levam diretamente ao verbete com seu nome no Wikipedia.
Só
faltou checar os limites da tecnologia: parece que as páginas da
enciclopédia não são as mais amigáveis quando acessadas pelos browsers
dos celulares.
Via.
Uma produção cinematográfica que consumiu "intensos e insanos cinco anos de trabalho" (como diz o autor) valeu a pena para dar o resultado tão esperado ao longa de Rubens Rewald. O seu primeiro filme neste formato, em parceria com Rosana Foglia, leva o título Corpo e traz a encenação de Leonardo Medeiros, Louise Cardoso e demais atores de responsa. Corpo é um quebra-cabeças pop sobre os mistérios da morte, entre outras coisas instigantes.
A estréia nos cinemas será no próximo dia 30. Então já aproveite para se programar durante a semana e pegar um cineminha nesta sexta-feira. Aí fica a minha dica. Eu vou!
Assista o trailer no vídeo abaixo.