Aqui está uma prova de que a tecnologia dos celulares chegou a diversos nichos, através de inimagináveis utilizações.Para aqueles que gostam de intervenções urbanas, Banksy é referência. Um dos mais ousados artistas de rua do mundo que tem em seu portfolio dezenas de ações inesquecíveis, ícones de uma cultura crescente nas metrópoles modernas. Instalações que brincam com o mobiliário urbano, chocam as pessoas e sempre transmitem uma mensagem questionadora sobre a arte, o modo como vivemos nas cidades e a forma como encaramos a vida.
Agora, como se já não
bastassem as projeções que acontecem nas grandes cidades onde
grafiteiros usam lasers e luzes para pixar virtualmente os prédios,
Banksy está se aproveitando de uma velha-nova (velha lá fora, ainda
pouco utilizada por aqui) ferramenta dos celulares: os leitores de QR
Codes - códigos bidimensionais que auxiliam no armazenamento de
informações (endereços, urls, números) em aparelhos móveis. Nas suas
mais recentes obras, o artista aproveita para pintar os codes, que
levam diretamente ao verbete com seu nome no Wikipedia.
Só
faltou checar os limites da tecnologia: parece que as páginas da
enciclopédia não são as mais amigáveis quando acessadas pelos browsers
dos celulares.
Via.
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